Abusada pelo Pedreiro


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Olá safadinhos e safadinhas, depois de muito tempo e muitas mudanças voltei com uma nova história para vocês. Essa história é verídica em partes mas expresso aqui talvez o que o meu subconsciente queria que tivesse acontecido kk. Vamos lá então.
Esse fato ocorreu a alguns anos atrás quando eu já era casada e trabalhava em um escritório de advocacia. Pois bem, tudo caminhava bem com minha família, marido como até hoje sempre presente e comparecendo kk, sem problemas de espécie alguma, então decidimos reforma nossa casa. E pelo tamanho da reforma praticamente construímos uma casa nova dentro da que já existia kkk.
Procuramos o pedreiro, que já costumava fazer serviços na rua onde morava, contratamos o serviço e começamos a obra.
O pedreiro de certa forma era bem requisitado devido a qualidade do serviço, mas devido à isso também acabava pegando mais serviços do que podia atender, ocasionando assim uma demora na entrega dentro do prazo que ele mesmo estipulava, mas enfim, acho que isso é mal de pedreiro.
O tempo foi passando, a reforma começou com um ritmo legal, mas foi ficando mais devagar no decorrer dos dias. Até aí, fui levando numa boa, pois já sabia da fama.
Meu trabalho na época era um pouco estressante e por isso fazia de tudo para não levar para casa as raivas que passava em alguns dias difíceis de trabalho. Conseguia me virar bem, mas tinha dias que era difícil e chegava realmente possessa em casa e tentava ao máximo não descontar em ninguém essa raiva.
Um dia desses bem difíceis cheguei em casa e me incomodei com a demora da obra, pois apesar de ela estar rolando eu morava dentro da casa, ou seja, estava uma zona, uma sujeira que eu já não aguentava mais e queria que aquilo ali acabasse o quanto antes. Acabei com todos esses fatores despejando várias ofensas em cima do pedreiro, "você é um incompetente", "você é burro", " você é uma merda de profissional" e assim vai. Vi que ele ficou quieto mas percebi em seu olhar uma certa revolta. O dia acabou ele e seus ajudantes foram embora, meu marido chegou logo em seguida e contei tudo que tinha se passado ali naquele dia.
Meu marido, parece que prevendo algo, pediu para que em dias assim eu não chegasse em casa sozinha. Entendi a situação e até concordei com ele. Como morávamos na mesma rua da minha irmã, quando eu passava por dias infernais no trabalho quando eu saia ligava para ela ir comigo até em casa. Eu então saia do trabalho, passava na casa dela e íamos para minha casa. Alguns dias que precisei soltar o verbo com o pedreiro ela junto me "segurava" então eu conseguia baixar o tom e falar numa boa.
Enfim, houveram dias que ela devido à compromissos não podia me acompanhar até em casa, então novas discussões ocorriam. Assim foram alguns dias, ora com ela junto segurando minha onda e ora sem ela onde não conseguia me segurar de raiva.
Um belo dia eu tinha um reunião muito importante para a empresa, coloquei um vestido preto comportadíssimo porém justo até a altura dos joelhos com uma gola alta mas os braços de fora, lindo o vestido tenho até hoje e uma sandália salto alto preta também. Cabelo amarrado, maquiagem ok e fui trabalhar. Era uma sexta-feira, o pedreiro tinha começado a lavanderia duas semanas atrás e não tinha terminado, no dia anterior sem a minha irmã discutimos feio onde novamente despejei várias ofensas sobre ele e queria o serviço adiantado quando eu chegasse no dia seguinte.
A reunião não foi das melhores, ao final sobrou para todo mundo que trabalhava lá e até para mim meio que sem razão. Eu puta da vida com tudo que passei no dia, já imaginava o que eu iria encontrar em casa e fiquei mais puta. Liguei para minha irmã e ela estava disponível, passei na casa dela e fomos para a minha.
Entramos em casa e fui logo para a lavanderia, lá estava apenas um ajudante agachado fazendo algo, fui entrando junto com minha irmã e comprovando o que eu já imaginava, o sangue ferveu e já fui falando aos berros "cadê aquele filho da puta do ...?". O ajudante levantou lentamente e se virou para mim, larguei minha bolsa e fui indo na direção dele quando percebi um vulto saindo de trás de umas madeiras e vindo para trás de mim. Rapidamente senti uma mão me agarrar pela cintura e outra vindo na direção do meu rosto com um pano todo sujo tampando minha boca. Comecei a me debater e quando tentei gritar, esse pano foi enfiado todo dentro da minha boca me sufocando e impedindo que eu gritasse. Quando o pano foi colocado na minha boca imediatamente quem me pegou por trás segurou meus braços, foi quando percebi uma pilha de sacos de cimento um pouco mais a frente e o ajudante que estava agachado, com uma corda na mão. Nesse momento percebi o que ia acontecer e gelei.
O homem por trás de mim foi me empurrando até que eu me debruçasse nos sacos de cimento à frente e o ajudante amarrou meus braços nos sacos. Estava agora em pé, debruçada na pilha de saco de cimento, amarrada e sem poder gritar. Por momento me esqueci da minha irmã. Olhei para o lado o pedreiro estava a segurando por trás, tampando a boca dela enquanto ela chorava desesperada.
Já sabendo o que ia acontecer, tentava em vão me desvencilhar das amarras ou cuspir o pano, foi quando ouvi "Agora você vai ver que é o filho da puta", gelei. Nesse momento senti duas mãos tentando levantar meu vestido, por ser justo e na posição que eu estava ficou um pouco difícil, mas as mãos apressadas com um movimento brusco logo conseguiu, deixando minha bunda à mostra e empinada. Notei que estava tudo armado, os sacos estavam na altura certinha, a corda estava no lugar certo e tudo parecia mesmo ter sido planejado.
As mesmas mãos que levantaram meu vestido de forma brusca tentavam baixar minha calcinha. As mãos ásperas e sujas não tornavam as coisas fáceis com relação às roupas. Bunda empinada, vestido levantado e calcinha nos pés estava eu ali sentindo a brisa na minha bucetinha e cuzinho, dando até uns arrepios mas era de medo mesmo. De repente sinto uma cuspida daquelas de longe que nunca acertam o alvo, e ele percebendo isso dá outra que quase acerta meu cuzinho porém um pouco mais para cima, foi senti o pinto dele passando de cima para baixo buscando o cuspe até chegar na minha buceta.
Respirei fundo para o inevitável. Ele encaixou a cabecinha na bucetinha e tentou forte de uma vez entrar, doeu. Não tinha lubrificação pois não sentia tesão naquele momento, gritei mas ninguém ouvia, abafada pelo pano. Ele tirou e forçou de novo, entrou quase tudo mas ainda seco, doeu de novo. A terceira tentativa foi sem dó, ele tirou, apontou novamente a cabeça na entradinha, me segurou pela cintura e empurrou com violência, "rasgando" entrou tudo dessa vez. A dor inevitável assim como as tentativas de gritar me fizeram derramar algumas lágrimas, mas tentei ser forte.
Depois de entrar ele começou a socar na minha bucetinha, um vai e vem constante, fundo e rápido. Minha irmã aos prantos sendo segura pelo pedreiro assistia tudo. Eu toda aberta ali a disposição deles, sendo penetrada violentamente por um dos ajudantes do pedreiro, totalmente entregue. O cara bombava sem parar, enfiava fundo, segurava minha cintura e puxava com tudo e quando tirava batia com toda força na minha bunda, falando "É isso que você merece por nos xingar sua vadia", " Vai tomar rola até na aguentar mais".
Sem alternativa e naturalmente minha bucetinha foi lubrificando e deixando um pouco mais confortável para mim. Aquela rola entrava e saia sem parar e eu querendo que aquilo acabasse logo, quando senti um estocada funda, uma apertada na minha bunda e gemidos vindo dele. Ele gozou, dentro de mim. Se contorcendo todo depois de me encher de porra ainda deu umas estocadas, agora totalmente lubrificada, era tanta porra que escorregava fácil agora.
Pensei, acabou. Levantei os olhos o ajudante que me amarrou baixava as calças e com o pau na mão veio vindo para trás de mim. Chorei.
Apontou a cabeça e empurrou, entrou fácil. Foi no mesmo ritmo do outro, com a mesma violência e revolta. Sentia escorrer porra pela minha perna.
Me comeu sem parar, metia, batia na minha bunda e falava as mesmas coisas que outro. Mas depois de muito enfiar gozou, claro que dentro de mim também. Se já tinha muita porra dentro agora só escorria para fora pois em encheram literalmente. Minhas pernas tremiam, pois não aguentava mais ficar naquela posição, minha buceta estava dolorida e cheia de porra de pessoas que nunca tive intimidade, estava ali entregue e sem saber se tinha acabado.
Ouvi o pedreiro dizer, "Até que enfim você terminou, o cara vai chegar daqui a pouco e ainda tem eu". Não, não havia acabado.
Um dos ajudantes foi para o lugar do pedreiro segurando minha irmã e o mesmo veio para trás de mim e disse "Puta que pariu, essa buceta está toda gozada e melecada, não quero essa porra não". Pensei, que bom, mas me arrependi logo quando senti um dedo alisando e preparando meu cuzinho. Baixei a cabeça e chorei de novo. Foi brincando no meu cuzinho com o dedo, dando umas cuspidas e eu sentido calafrios. Senti a cabeça apontar na portinha, mas estava seco, foi quando ouvi "Puta merda, essa porra toda vai ter que servir para alguma coisa".
O pinto passava agora de baixo para cima levando a porra da buceta para o cu, melecando tudo. Já sem muita paciência apontou a cabeça novamente e foi empurrando. Eu já tinha feito muitos anais, até gosto de fazer, mas daquele jeito não estava ajudando. Ainda bem que ele viu a dificuldade e para saciar sua vontade teria que ser com um pouco mais de jeito. Enfim, foi empurrando devagar, tirava, colocava de novo, ia mais um pouco. Sentia meu cuzinho se abrindo para ele enquanto eu apertava os sacos de cimento.
Entrou. Era grande, me senti totalmente preenchida e até um pouco desconfortável, mas aguentei. Começaram as estocadas. Devagar, um pouco mais rápido, e quando percebi já estavam na mesma intensidade como se estivesse na minha buceta.
Ali ficou minutos e minutos, quando alguém disse "Chefe já é ... horas" e ele respondeu "Puta merda já?". Falavam com relação ao horário que estava próximo do meu marido chegar. Nesse momento não pensei duas vezes, enquanto ele estocava apertei meu cuzinho no pau dele, certamente gozaria o quanto antes. Ele lógico percebeu e adorou dizendo "Eu tinha certeza que você gostava de dar o cú" e continuou as estocadas.
Não demorou muito para sentir o pau dele inchar dentro do meu cú, e logo em seguida, mais um buraco cheio de porra. Gemendo alto, agarrando minha bunda e dizendo "Que cuzinho maravilhoso" ele gozou tudo dentro de mim também.
Não deu nem tempo de tirar direito o ajudante disse "Vamos embora que ele está quase aí". O pedreiro rapidamente levantou as calças veio até a minha frente, me deu um tapa na cara e disse empunhando o dedo na minha frente "Isso é para você aprender a nunca mais desrespeitar ninguém sua vaca".
Saíram todos correndo. Minha irmã meio sem reação veio para me ajudar, me soltou e me ajudou a entrar. Meio desfalecida, demorei um tempo para conseguir me sustentar em pé e ir me limpar.
Resumindo, meu marido chegou, tomamos as providências cabíveis e o certo é que nenhum deles nunca mais apareceu no bairro.
Enfim, foi uma mistura de ruim com bom, talvez se eles tivesse trabalhado certinho quem sabe eu não os teria pago dessa mesma forma aí sim com tesão para todos. kkk Bjs safadinhos e safadinhas.

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Comentários


foto perfil usuario lordoftantric

lordoftantric Comentou em 26/01/2017

Vc deve ser uma delicia. Gostaria de ver fotos suas. Gosto de sexo selvagem, simular estupro. Mas o meu maior prazer é ver as minhas femeas gozarem muito. Ficarem com a pernas bambas de prazer... Talvez por isso não seja pedreiro.

foto perfil usuario casalsecretoms

casalsecretoms Comentou em 26/01/2017

Delicia de conto.. muito tezao mesmo.. pena que esse perfil saiu

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Comentou em 26/01/2017

Bom conto... Se precisar de outro pedreiro... Me chama.. Rsrs whats (47) 92126411

foto perfil usuario

Comentou em 26/01/2017

Muito bom relato, amei...




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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico tatic

Nome do conto:
Abusada pelo Pedreiro

Codigo do conto:
96132

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
26/01/2017

Quant.de Votos:
5

Quant.de Fotos:
0


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