A FAZENDEIRA E O COWBOY


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O sol avermelhado das tardes de agosto filtrava-se pela janela do quarto, refletindo sobre os cabelos negros de Samanta. Um vento fresco soprava do sul, fazendo a cortina balançar com as ocasionais rajadas que agitavam as folhas de papeis espalhadas em cima da mesa.
Samanta estava concentrada em frente a papelada, quando o cowboy deu dois toques na porta, entreaberta, anunciando a visita.
_Como é possível acumular tantas dívidas, Robson? _ Ela perguntou tirando os óculos e passando as mãos pelos cabelos escuros delineados.
_Tentei aconselhar seu pai por diversas vezes, mas ele não me deu atenção, senhorita. _Explicou o cowboy com voz tímida e pouco a vontade, diante da terrível situação financeira pela qual passava a fazenda.
_Jogos? _Ela questionou já a espera da resposta afirmativa.
O pai falecera meses atrás e deixou como herança uma dívida imensa para a única filha. Órfã de mãe, agora estava em mãos lençóis com uma fazenda imensa para administrar e uma hipoteca milionária a ser paga.
Não tendo muito que fazer, cansada de tantos números embaralhando sua cabeça, chamou o capataz para dar uma volta pelo cafezal.
Enquanto caminhavam, Samanta sentiu uma excitação subir pelo seu corpo, quando reparou o peito musculoso do capataz. Era um rapaz novo, boa aparência e com um porte físico invejável.
Caminharam até um riacho que dividia o cafezal do milharal e sentaram em uma pedra em frente a água clara e cristalina. Pôde ver sua imagem refletida e seus cabelos ainda desalinhados. Não se ateve a aparência. Estava imersa em pensamentos distantes e no físico magnífico do capataz que tirara por alguns instantes da nébula realidade pela qual estava passando.
_Qual sua idade? _ Ela perguntou em tom amistoso.
_24 anos, senhora. _Robson respondeu de imediato.
_Sou quase da sua idade, não me chame de senhora. _Ela retrucou tentando deixar o rapaz à vontade.
Aproximando-se mais, Samanta sentiu a colônia adocicada misturada com um leve odor de suor de outro dia de labuta na lavoura. Imaginando uma possível excitação do cowboy, tirou a blusa e a calça jeans e jogou em cima das pedras, entrando em seguida no riacho.
_Cai na água para refrescar. _ Ela disse com um tom de voz de inquietação.
Sem saber o que fazer diante do inusitado convite, o peão tirou a camisa e quando arrancava as botas, Samanta aproximou-se e desfez o cinturão que segurava sua grossa calça jeans surrada e suja pela labuta.
Com a cabeça fervilhando com os problemas das dívidas e da hipoteca que estava por vencer, Samanta tomou Robson pelos braços e o jogou na água. Estar com o peão dentro do riacho, completamente nus, era uma válvula de escape que encontrara para tentar aliviar suas tensões. Queria mais. Precisava de um ombro amigo, de carinho, estava ansiosa e solitária naqueles momentos complicados pelos quais passava. Ao ver o corpo musculoso e perfeito do cowboy, deixou-se envolver pelos braços vigorosos do rapaz que sentia constrangido com a situação.
“Ao diabo com os preconceitos e respeitos”. _Ele pensou. Se chegaram àquela condição não foi por sua culpa e sim da patroa. Se ela desejasse algo mais íntimo, ele estava ali pronto para servi-la. Era empregado da fazenda e respeitava as ordens que a ele eram confiadas.
Samanta sentiu o membro ereto de Robson tocar em suas coxas quando o abraçou e os lábios se entrelaçaram em carícias ardentes. Dois corpos jovens e duas mentes opostas em prol de um único desejo.
Sentaram no areal que margeava o riacho e deitaram lado a lado a espera de uma nova explosão de sensualidade e paixão. Um toque suave nos cabelos de Robson, jogando-os para trás e outro beijo fervoroso em seus lábios torneados e carnudos, fez com que ele correspondesse os desejos secretos da patroa.
Fazendo com que ela deitasse sobre seu corpo, mordeu seus mamilos de forma contundente, fazendo com que Samanta gemesse de excitação. As tetas duras eram circuladas pela língua do cowboy que mamava com a fúria de um peão sedento por prazer. O pênis relava o grelo de Samanta que rebolava fazendo com que a umidade de sua vagina pingasse de excitação. Estava envolta em um mundo que não era o seu. Apesar dos 23 anos vividos na cidade e dos estudos feitos nos melhores colégios e universidades, jamais teve um caso amoroso com um amigo ou colega. Estava extasiada, totalmente entregue aos braços de um peão que mal conhecia.
Robson segurou Samanta firme pelas nádegas e fez com que ela erguesse até sua vagina encostar-se ao pênis, totalmente ereto, que já latejava aos primeiros contatos. Samanta foi baixando devagar, enquanto Robson relava o dedo indicador no ânus apertado da patroa para excitá-la. Sabia deixar uma mulher extenuada. Não tinha prática com o sexo com outras mulheres, mas lembrava de cada detalhe de suas fantasias eróticas e usava e abusava dos dotes para dar e receber o máximo de prazer.
A medida que Samanta relaxava e soltava o corpo, a penetração era feita com facilidade. Deflorar uma vagina virgem não era uma tarefa fácil. Sabia que tinha uma responsabilidade de deixar a parceira inteiramente a vontade para que as dores não fossem intensas e a transa fluísse com naturalidade.
Samanta gemia ao sentir o membro ereto fazendo a penetração em sua vagina. Estava ansiosa e ao mesmo tempo controlando as emoções e o medo da defloração. Era inexperiente, embora conhecesse as técnicas usadas durante a masturbação.
Já penetrado, Robson foi fazendo movimentos de cima para baixo com o corpo de Samanta, fazendo com que ela tomasse a iniciativa e não sentisse desconforto nem dor.
Com os olhos fechados e alguns gemidos ofegantes e abafados pela ansiedade do momento crucial, Samanta foi aumentando a intensidade dos movimentos até sentir-se totalmente confortável com o volume que entrava e saia de forma coordenada de sua vagina.
Pacientemente, Robson segurava firme nas nádegas de Samanta fazendo com que os movimentos não fossem violentos para não machucar a patroa na sua primeira transa.
_Bate na minha bunda. _ Ela pediu sem muito constrangimento.
Apesar do respeito que tinha pela patroa, Robson desferiu dois violentos tapas um em cada nádega que Samanta sentiu um ardor gostoso percorrer seu corpo. Estava imersa e entregue ao prazer. A dor era apenas um detalhe que encaixava na deliciosa combinação de erotismo, sensualidade e prazer.
Após alguns minutos dando estocadas mais profundas e viris, Robson já não conseguia segurar a ereção e avisou a patroa que iria tirar o pênis para gozar fora.
_Não. _Ela gritou de forma energética. _ Quero gozar junto com você.
Aumentando a velocidade dos movimentos, Samanta começou a gemer mais alto no ápice do prazer e berrou alto, quando sentiu a ejaculação do peão dentro de sua vagina.
Foi um momento de extrema harmonia e encanto entre os dois. Estavam extasiados. Samanta sentiu um bem-estar percorrendo seu corpo e um alívio em sua mente cansada e entediada.
A tarde já caia lentamente e os raios de sol avermelhados escondiam por trás das colinas. Uma brisa leve soprava quando, Samanta e Robson, deitaram lado a lado na areia com os pés dentro do riacho. Os batimentos cardíacos e a respiração ofegante foram voltando ao normal. Samanta virou-se de lado e depositou um carinhoso beijo na face ruborizada e suada de Robson. Ele correspondeu com um afago em seus cabelos longos jogando-os para trás.
_A partir de hoje quero que você me ajude na condução e administração da fazenda. _Ela pediu com a voz doce e carinhosa.
_O que a senhora precisar, estarei sempre às ordens. _Ele respondeu com ternura.
_De hoje em diante só peço uma coisa, não me chame mais de senhora. Agora, mais do que nunca, somos íntimos e podemos deixar as formalidades de lado. Você é mais que um empregado. Hoje você é o amante da dona de todas estas terras.


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Comentários


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submissive Comentou em 18/09/2017

Eu adoraria chupar o seu pau até vc gozar na minha boca

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coroapraiana Comentou em 28/01/2017

Muito bom. Adoro contos assim...votado.

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Comentou em 13/07/2016

Ambos sortudos, Fazendeira e Cowboy nessa aventura erótica repleta de muito tesão, querida Marinna. O voto é mais que certo. Excelente leitura para esta manhã de quarta feira. Gde beijo em teu doce coração de seu sempre amigo e admirador, Bannzhay

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samurai3344 Comentou em 06/07/2016

Votado por merecimento. Excepcional.

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sabrinna Comentou em 04/07/2016

Delicia

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laureen Comentou em 04/07/2016

adoreiiiiiiiiiiiiii votado bjos linda, Laureen

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recuper33 Comentou em 04/07/2016

Excelente conto Marinna.

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solitur Comentou em 04/07/2016

Ótima narrativa. Excelente conto.

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matusiko Comentou em 04/07/2016

Mais um conto delicioso.

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beats Comentou em 04/07/2016

Muito bom conto.

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Comentou em 04/07/2016

Belo conto. Parabéns. Votado.

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onixd Comentou em 03/07/2016

Cheio de tesão.

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eletrik Comentou em 03/07/2016

Muito bom e excitante. Gostei dos detalhes. Tesão.




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Ficha do conto

Foto Perfil marinna
marinna

Nome do conto:
A FAZENDEIRA E O COWBOY

Codigo do conto:
85684

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
03/07/2016

Quant.de Votos:
60

Quant.de Fotos:
0


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