Minha Tia Isaura, Seu Enorme Rabo (conto 4)

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MEU NOME E RENATO, MORENO, CABEÇA RASPADA, 1,78 M, MODESTAMENTE BOA PINTA, ALÉM DE UMA PICA PRETA DE + OU - 22 CENTIMETROS, SOU BAIANO DE FEIRA DE SANTANA NA EPOCA DOS FATOS ESTAVA COM 25 ANOS.
CONTINUAREI A NARRAR O PERIODO EM QUE ME ENVOLVI E MANTIVE UMA RELAÇÃO PERVETIDA, AO MESMO TEMPO PRAZEROSA E CHEIA DE SEXO COM MINHA TIA ISAURA UMA COROA NORDESTINA DE 53 ANOS,A CHAMADA RAIMUNDA, NADA DE BONITA, PORÉM DONA DE UM ENORME, CARNUDO E REDONDO RABO, MESMO COM CELULITE E TUDO MAIS TRATA-SE DE UM RABO DESCOMUNAL,COM PASSAR DO TEMPO FODIAMOS QUASE TODOS OS DIAS, MEU CONSTRANGIMENTO E REMORSO EM TE-LA COMO AMANTE ME DEIXAVA SEM CORAGEM DE ENCARAR MEU TIO, PENSEI EM ALUGAR UMA CASA E SAIR DA CASA DE MEU TIO, PORÉM ELA NÃO DEIXOU,DEPOIS QUE NÓS TORNAMOS AMANTE A COROA MUDOU RADICALMENTE SUA POSTURA, A CARA CARRANCUDA SUMIU, ME TRATAVA COM TODO CARINHO E DELICADEZA PASSOU A VESTIR-SE DE MODO BEM OUSADO, EM CASA USAVA BERMUDAS DE LYCRA JUSTAS, MINI SAIA QUE DEIXAVAM A MOSTRAR SUAS COXAS GROSSAS COM CELULITE, BLUSAS QUE VALORIZAVAM OS ENORMES E FLACIDOS PEITÕES, AS CALCINHAS ENTÃO, ERAM UM ESCANDALO, TODAS PEQUENAS, UMAS FIO DENTAL OUTRAS ASA DELTA, FICAVAM TODAS SOCADAS EM SEU ENORME E CARNUDO RABO.
SEGUE A CONTINUAÇÃO DO CONTO 3 EM QUE COMBINEI COM ISAURA EM LEVA-LA NUM FORRÓ EM ARUJÁ, A COROA CAPRIXOU NO VISUAL estava usando uma calça leg preta hiper justa, de tão apertada dividia as bandas de seu rabo, a buceta então ficou um escândalo um pacote enorme,para completar o modelito uma blusa preta com detalhes dourados com decote bem generoso e um sapato preto de salto, ou seja uma verdadeira puta de rua. Meu tio zeti diante daquele visual ficou REVOLTADO, começou a xingar MINHA TIA iniciou-se um verdadeiro barraco, ele a chamando de puta, rapariga e tudo mais, ela por sua vez assumindo _sou mesmo seu frouxo, dou minha buceta pra quem eu quiser, e hoje vou dar para uns dez, foi aí que meu tio falou _voçe acha que eu não sei que voçe ta dando seu rabo para o renatinho, acha que eu não vejo vc esperando ele chegar vestida igual uma puta pra trepar com ele, so usa essas roupas de rapariga agora, fiquei muito constrangido com a situação, totalmente sem reação e envergonhado, nesse momento até achei que minha tia fosse acalmar, diante da revelação do meu tio, mas não era esse o perfil da coroa, ela sempre ditou as regras naquele casamento, e mesmo diante da revelação do meu tio sobre a traição ela desabafou, _ vc sabe quanto tempo vc não me procura ?, todo dia chega em casa tarde bebado,trepo sim com o renatinho, vc prefere que eu dou pra ele ou pra esses teus amigos de buteco que me cantam na tua frente seu frouxo?, pelo menos ninguem fica sabendo o pau mole que vc é, eu dou mesmo para o seu sobrinho, ele sabe me fazer gozar gostoso, coisa que vc nunca soube, meu pobre tio não falou mais nada, ela deu as costas para meu tio, chamou-me para irmos e saiu rebolando seu cuzão rumo a rua", eu levantei-me olhei para meu tio mas me fugiram as palavras para acalenta-lo.
Já no carro o remorso tomou conta de mim, mesmo meu tio não sendo tão proxímo de mim, fiquei receoso que meu pai ficasse sabendo que eu estava tendo caso com a mulher de seu irmão. ponderei com isaura, _ acho melhor eu sair de sua casa, se minha família souber disso vai ficar muito feio para nós dois, minha tia ainda com seblante contrariado respondeu com voz firme._ voçe não vai embora coisa nenhuma, se ele quiser ele que vá embora, frouxo como ele é não tem coragem jamais pra falar pra ninguem.
Conforme falei no conto 3 eu havia combinado com os caras da construtora de irmos no forró e que levaria uma coroa amiga bem gostosa, porém sem falar em nenhum momento que a mesma era minha tia nem muito menos amante no caminho a arujá fui falando para isaura sobre os caras e explicando que eles estavam anciosos para conhece-la e que iriam pra cima dela babando, ainda mais do jeito que ela tava vestida então, ela sorriu e disse _se eu curtir algum deles posso transar ?, meu pau subiu na hora diante da pergunta inusitada, respondi _logico que sim, se eu participar também. Ela sorriu e disse _vamos ver então.
O dito forró ficava na esquina da obra em que a construtora que eu trabalhava estava executando a construção de um posto de gasolina, por segurança e comodidade eu havia combinado de deixar o carro na obra, ao chegar na obra buzinei, o sr. ari o vigia veio prontamente abrir um improvisado portão de madeira, perguntei onde estavam o funcionarios, ele apontou para um cômodo que era usado como quarto, desci do carro, minha tia lá permaneceu fui ao encontro dos peões, haviam permanecido na obra 3 dos 9 funcionários, os demais voltaram as suas casas para passar o fim de semana com suas famílias, ja eram quase meia noite, quando me viram logo perguntaram pela amiga, se ela de fato tinha vindo comigo, respondi de forma afirmativa, ficaram euforicos, como estavam trocando de roupa e tal, falei que iria esperar lá fora, voltei ao carro, pedi para isaura descer que os caras já estavam vindo, a coroa desceu, deu uma ajeitada na calça leg, deixando ainda mais socada e dividindo o enorme rabo, após uns 10 minutos eles vem ao nosso encontro, o ciço e o cocada ambos solteiros faixa dos 23 anos e o altemir esse casado cerca dos 40 anos ambos da região de campinas, sem muito estudo trabalham desde cedo na construção civil, eu fiz as devidas apresentações e fomos caminhando uns 100 mts até o salão de forró, eu e ciço conversando bobeiras a isaura do meu lado, o cocada e o altemir atrás contemplando o enorme cusão de isaura com a calça leg rachando seu rabão em duas bandas, ao entrar-mos no forró escolhemos uma mesa, era um ambiente de pouca luminosidade, com as luzes caracteristicas de salão de dança, os caras pediram uma montila e uma coca cola, o salão não estava tão cheio, muito marmanjo e pouca mulher, as que tinha ou estavam acompanhadas ou eram da idade de minha vó. rsss.
Pra falar a verdade não gostei do ambiente, mas percebi que isaura estava curtindo, bebia animadamente montila com coca e ensaiava cantarolar algumas musicas, percebi que o ciço não parava de olhar para isaura,ele era sem duvída o mais atrevido deles todos, o cocada tava mais afim de beber, e o altemir so observava o movimento, nisso minha tia me pergunta onde e o banheiro, eu tão pouco conhecia o salão, então pedi ao ciço para leva-la ao banheiro, ele prontamente aceita, ao voltarem noto que não vem direto a nossa mesa, vão ao centro do salão e vão dançar, depois de uns 20 minutos eles retornam a mesa, ciço fala alguma coisa no ouvido da coroa que imediatamente cai na risada, ela bebe mais um gole do seu drink e permanece ao lado do ciço dando passinho rebolando aquele rabo gigante, era visível que o alcool ja começava a fazer certo efeito na coroa, estava mais solta, tanto que ela pegou a mão do cocada e o chamou para dançar, ele não pensou duas vezes e foi dançar com a coroa, nisso o ciço veio ate mim, e falou, vou comer essa coroa, vou meter nesse cuzão dela, eu respondi pra ele, mete a rola filhão, dançaram umas duas musicas e voltaram, altemir o mais velho deles foi o proximo a ser convidado por minha tia dançar, porém disse que não sabe dançar deixando a coroa frustada, ela ficou revezando a dança com o ciço e o cocada, o litro de montila ja havia acabado, isaura já estava bem alegre pelo alcool, pedimos um segundo litro de montila, já era quase 03:30, a disputa era ferrenha pela minha rabuda tia, tanto ciço quanto cocada ficavam cercando a coroa como se ela fosse uma cadela no cio, cada vez a brincadeira entre eles ficava mais ousada, eles passavam a mão em sua bundona sem nenhum pudor, mesmo com pouca iluminação a putaria entre eles já estava chamando atenção das pessoas, era evidente que eles já estavam bem alegres, afinal foram quase 2 litros de montila, minha tia vem até mim e fala _vamos embora logo que eu to louca pra transar, chamei o ciço e o cocada e falei para irmos embora, já eram quase 04;30, o altemir mais discreto ficou o tempo todo na mesa do meu lado bebendo e observando a sacanagem dos tres, decidimos ir embora, minha tia foi o alvo dos olhares de todos na saida do salão, as mulheres com olhar de reprovação ao seu comportamento e modo de vestir-se, já os caras hipinotizados pelo enorme rabo, a blusa já não cobria a bundona, ela sabia que sua bundona era alvo dos olhares mais sedentos dos caras, percebia-se a marca da calcinha asa delta toda enfiada no seu enorme rabo, o ciço e o cocada continuavam com a disputa, falavam bobeiras pra ela, que apenas sorria e os empurrava quando eles faziam algo mais ousado tipo encoxar a coroa ou passar a mão no seu rabo.
Ao voltarmos na obra do posto, o altemir abriu o cadeado do improvisado portão, seu ari o vigia estava sentado ouvindo um radio, isaura pede para ir ao banheiro, ciço mais uma vez se candidata a ir com a coroa, cocada também, mas e convencido por ciço a deixa-lo ir com a coroa, ficamos todos conversando com seu ari, que curioso perguntava quem iria comer a coroa, eu respondi _do jeito que ela tá, acho todo mundo vai comer viu seu ari. kkk até o senhor.
Apos alguns minutos o cocada não resiste e vai atras da isaura e do ciço, eu e o altemir nós olhamos e decidimos ir também, seu ari permaneceu sentado no seu posto de vigia, quando entrei no quarto dormitorio não os ví, so podiam estar no banheiro, a porta do banheiro semi aberta,já ouvi o gemido abafado da isaura, eu empurrei a porta, a cena que vi foi a seguinte: minha tia de peitos expostos que eram chupados com furor pelo cocada, a calça leg estava abaixada na altura dos joelhos da coroa, ciço estava de joelhos por trás da coroa, ele abria as bandas de sua enorme bundona, afastava a calcinha asa delta branca com certa dificuldade de tão socada que estava e chupava com desespero o cu da coroa que se contorcia e empinava ser cuzão na cara do ciço, eu e altemir já fomos botando a rola pra fora pra participar da festa também, o altemir ja foi beijando a boca da coroa, que parecia alucinada, eu ja meti a mão na bucetona raspada, tava ensopada, um cheiro de buceta suada e babada de gozo tomava conta do pequeno banheiro, ciço aproveitou que ela já tava empinando o rabo pra ser chupada, posicionou-se atrás dela e socou a pica nela, isaura gemia e rebolava, puxei sua cabeça de encontro do meu pau, ela caiu de boca, o altemir punhetava seu cacete como que esperando uma vaga, isaura percebendo a aflição do altemir passou a chupar o seu pau também em revezamento com o meu, passado alguns minutos nessa putaria no banheiro ressolvi que seria melhor irmos continuar no quarto, puxei minha tia pelo braço, ela andou alguns metros com certa dificuldade, a calça leg ainda na altura dos joelhos, a calcinha branca permanecia socada no rabão, na buceta a calcinha estava torta deixando expostos os enormes e beiçudos labios vaginais,o dormitorio era compostos de varios beliches, o cocada pegou dois colchões e os jogou no chão, enquanto isso isaura chupava a rola do altemir, eu resolvi tirar sua calça e sua blusa, a filha da puta ficou só de calcinha socada, o altemir mais prevenido por ser casado, foi o unico que eu vi se preocupar com camisinha, pedimos pra ela deitar pra foder-mos ela, o altemir foi o primeiro, socou com vontade na coroa que gemia igual uma cadela xoramingando e pedindo mais, o ciço enfiava a pica na boca dela eu contemplava toda cena e me masturbava vendo minha tia amante sendo fodida pelos peões da obra, que siquer imaginavam que estavam fodendo minha tia, meu remorso do começo da noite havia sumido, isaura estava entrando em uma viajem sem volta no mundo da putaria, naquele momento percebi que ela jamais seria a recatada e infeliz dona de casa que era quando a conheci,altemir gozou urrando enchendo a camisinha de porra, praticamente foi puxado pelo cocada, que ja de pica dura e sem camisinha socou com vontade na bucetona da coroa, eu já não conseguia segurar meu gozo, pressentindo ajoelhei e dei minha rola para ela mamar, ao sentir a boca quente e molhada da vadia não consegui segurar a gozada, despejei os primeiros jatos na boca, tirei a pica da boca e foram outros tantos jatos de porra quente na cara da coroa que com toda maestria sugava minha rola removendo até a ultima gota de porra, cocada permanecia fodendo a coroa, a cara cheia de minha porra, ciço olhava se masturbando esperando o cocada gozar para substitui-lo, eu fiquei sentado num velho sofá observando minha tia ser devorada pelos meus colegas, a coroa era de fato uma femea e tanto, capaz de dar conta de 4 caras, sendo que eu, o ciço e o cocada com idade de sermos seus filho, o cocada continuava a meter na coroa,que gemia e pedia para ele gozar, acredito que devido a grande quantidade de alcool que bebeu o cocada demorava a gozar, o ciço impassiente continuava a masturbar-se e falou. _vai porra goza logo caraio, minha tia de pernas abertas com a porra secando na cara pedia _ vai gostoso, soca vai, mete, ai ai.
Cocada desistiu de gozar tirou a rola de dentro da buceta da coroa, o pau duro ainda mas não conseguia gozar, deu uma bronca no ciço que segundo ele ficou pertubando tirando sua concentração, ciço nem deu bola e foi direto pra cima da coroa pedindo para que ela ficar de 4, ela o obedeceu, ele puxou a calcinha da coroa que saiu com certa dificuldade de tão socada que estava, ciço abriu o rabão da isaura, deu uma cuspida e pincelou com o dedo espalhando a saliva em seu cu,ciço era de fato deles todos o mais escroto, ele falava _ vou encher esse cuzão de porra, ele batia na bunda da coroa que olhava para mim com cara de puta, meu pau já tava duro de novo, o ciço não tinha pica muito grande mas era bem grossa, perdia no tamanho para minha, mas ganhava na grossura, ele foi socando, a minha tia isaura fazia cara de dor, mordia os labios, eu apertava os bicos dos seus seios, ciço metia tudo num vai e vem acelerado, logo o rabo ficou laceado, ela gemia alto, de 4 sendo enrrabada, o altemir ja dormia morto num dos beliches, cocada ainda de pau duro juntou-se a nós e colocou a pica na boca dela que chupava com certa dificuldade devido as estocadas vigorosas que recebia no rabão, pedi para o ciço me deixar foder o rabo da coroa, ele contrariado tira sua pica grossa de dentro do cuzão da isaura, fui enfiar minha rola cabeçuda naquele rabo que comi por tantas vezes, entretanto não tinha como não notar o quanto estava arrombado, a rola do ciço tinha feito um estrago e tanto no cú da coroa, assim mesmo soquei com vontade arrancando um berro da vadia, cocada insistia em gozar agora se masturbando, o ciço tinha tirado a rola do rabo e foi direto pra boca dela, eu metia com força toda minha pica e assim gozei despejando o resto de minha porra naquele cuzão, ciço mostrando mais uma vez ser ousado e sem pudor socou seu pau grosso no cú da isaura mais uma vez agora já lubrificado pela minha porra, ele metia com muita velocidade,isaura gemia baixinho enquanto punhetava cocada, ciço gozou despejando toda porra acumulada sabe-se lá por quanto tempo, nessa fudelânçia toda já eram quase 07:00 da manhã, seu ari teria que ir embora, e o altemir ficaria em seu lugar, cocada ainda sem gozar faz a ultima tentativa. pede pra isaura deitar no sofá, a coroa abre as pernas exibindo a bucetona raspada e beiçuda toda aberta escorrendo porra, o rabo então aberto e vazando porra também, cocada ergue as pernas dela, as mantem abertas e as segura no alto, entra no meio das pernas e soca a rola na buceta dela, a rola dele era fina, meia torta, não muito grande, o bicho suava e metia segurando as pernas da isaura enquanto ela gemia, nesse momento seu ari entra no dormitorio para se trocar, eu ciço e altemir olhando a foda, seu ari com toda timidez do mundo relutava em olhar para o casal fodendo, mas nós diziamos pra ele o proximo vai ser o senhor, depois de uns 20 minutos finalmente cocada gozou, despejando a sua porra na bucetona da isaura, ela sentou no sofá, altemir e seu ari sairam para fora, isaura levantou e passou a procurar suas roupas que estavam espalhadas, vestiu a calcinha branca asa delta abaixou pra pegar a calça leg empinando o rabão arrombado e gozado em nossa direção, pegou a calça e sua blusa e entrou no banheiro para trocar-se, fiquei sentado aguardando seu retorno, o ambiente tinha um forte cheiro de sexo, logo ela volta, já vestida, com cabelos molhados, sem a maquiagem, isaura me chama _vamos embora ? eu me levanto dou um ate logo para os amigos, isaura despede-se com beijinho no rosto, o ciço como sempre mais ousado pergunta _quando vc vai voltar de novo pra brincar ? ela da risada e responde _ a primeira foi amostra gratís, a proxima vai ter que pagar, pra vc faço desconto se voçe chupar minha buceta do jeito que chupou hoje, kkkk, fiquei surpreso com a resposta achando até então que ela estava tirando onda, saimos juntos isaura rebolando seu cuzão que certamente estava bem arrombado e cheio de porra pois ela não havia tomado banho, entramos no carro e fomos embora, no caminho perguntei se ela havia curtido a noite, ela respondeu que adorou e se sentiu uma verdadeira puta,e que queria repetir em breve, mas que iria cobrar na próxima, eu retruquei _voce tá falando serio ? _logico que sim. eu sorri e continuamos a falar sobre a noite de putaria até chegar em casa, já eram quase 09;00 horas, o sol rachando, tive uma surpresa que demonstrou para mim uma nova atitude de minha tia, ela desceu do carro tal como estava vestida igual uma puta, de calça leg hiper justa socada, com a marca da calcinha enfiada bem visível, era muito normal vesti-se com roupas escrotas porém jamais em publico, nos seus afazeres domesticos, idas ao mercado, padaria e tal se mantinha discreta tanto nas atitudes como no modo de vestir-se, minha tia desceu do carro, abriu o portão e entrou, esse ritual não memorou mais que 30 segundos, mas pareceu que durou horas, desci do carro, abri o portão da garagem e tive o cuidado de olhar se algum vizinho havia visto a isaura trajando aquele tipo de roupa, uma tiazinha varria a calçada de sua casa algumas casas adiante do mesmo lado da nossa casa, um moleque desses que entregam panfletos passou bem na hora e foi contemplado com o visual da rabuda ao entrar em casa, porem o que me deixo com certa preocupação foi que bem mais a frente, quase na esquina havia um bar, bar do tonho, inclusive tanto eu quanto meu tio frequentávamos esse bar assim que voltei para o carro vejo o tonho, um tiozinho baixinho, barrigudo, mas muito gente boa, ele recebia naquele momento alguns engradados de bebida, ele olhava em minha direção e acenou em minha direção, retribui com gesto de positivo, entrei no carro e fechei o portão da garagem, fiquei na dúvida se o tonho havia visto a isaura vestida igual puta.
Ao entrar na casa do meu tio a realidade dos fatos novamente vieram a tona, como seria o convívio de agora em diante com meu tio? como ele iria me tratar ? e minha tia isaura, eu achava que ela de certo modo estava extrapolando, uma coisa era manter um caso entre 4 paredes comigo ou até mesmo usar as roupas safadas dentro de casa, outra coisa era a exposição publica, eu fui tomar banho preocupado com minha situação, o alcool já havia passado o efeito, pensei que o melhor mesmo seria procurar uma casa pra mim e sair dalí o quanto antes.
Mas isso so no proximo conto....



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Ficha do conto

Foto Perfil paubrasil
paubrasil

Nome do conto:
Minha Tia Isaura, Seu Enorme Rabo (conto 4)

Codigo do conto:
81602

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
08/04/2016

Quant.de Votos:
4

Quant.de Fotos:
0


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