A MELHOR TREPADA


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Minha mulher está de quatro em cima da cama, dando um banho de língua no meu pau duro. De repente ela pára, olha pra mim com cara de safada e diz - Agora esse pau gostoso vai comer o meu cú! – Eu então vejo aquela tora brilhante saindo de trás dela, da sua bucetinha molhada e o seu dono sorrindo, com a perspectiva de comer aquela bundinha deliciosa. E depois disso minha mulher já nem consegue mais me chupar, tamanho é o volume daquele outro pau que está entrando em seu buraquinho.
Essa é a minha fantasia.


Mas devo começar pelo começo: chamo-me Gabriel, sou loiro, olhos verdes, dentista, casado com uma mulher maravilhosa, e vou contar uma história que se passou quando eu fazia intercâmbio no exterior, aos meus 16-17 anos, nos anos 80. Eu morava então numa cidade de praia, e um amigo veio me visitar para o final de semana. Meus “pais” sairiam para viajar na sexta-feira, e não se incomodavam que o Oscar passasse uns dias por alí. Eles o conheciam e prezavam-no por sua boa educação. Oscar era um outro estudante de intercambio, nascido na Argentina, mas criado no Brasil. Era brasileiro em tudo, menos no apelido – Argentino. Tinha também seus 17 anos. Oscar era moreno, cabelos longos, quase nos ombros, magro, mais alto que eu, e de um espírito bastante brincalhão. Oscar chegou na sexta feira, no final da tarde, em tempo de ver meus pais se depedirem e passarem as instruções para a manutenção da casa.

A casa, muito grande, ficava à beira de uma praia, bem afastada da cidade e de outras casas mais. Somente um ônibus passava a mais de 1 km dalí. Saímos para o centro à noite, à cata de mulher. E não que nós fossemos os maiores comedores. Éramos ambos virgens. Durante aquele ano de intercâmbio, já tínhamos ambos nos enroscado com umas européias intercambistas também, mas “meter” de pau dentro mesmo, ainda não tinha aparecido a chance. E não foi que mal descemos do ônibus duas lindinhas vieram nos pedir informações sobre boates ou lugares pra ir. Uma loirinha e uma ruiva. Deviam ter seus 14-15 anos, e estavam deliciosamente maduras, seus peitinos explodindo por dentro das camisetinhas. Sugerimos que elas fossem caminhando com a gente procurar lugares, pois a noite estava quente. andamos até uma praia meio escura e não demorou muito até que estávamos no maior malho, eu com a loirinha, o Oscar com a ruiva. Menina gostosa de beijar - meu pau estava estourando.

Eu tentava levantar a sua blusa, mas a loirinha só me deixava acariciar ios seus peitos por cima da camiseta. Estava delicioso, até que em um certo momento deu uns cinco minutos na loira e ela resolveu que precisava ir. Chamou a ruivinha que já rolava com o Oscar pela areia e nao arredou o pé enquanto a ruiva nao resolvesse ir também. Não adiantou nada a gente insistir para elas ficarem mais com a gente, o Oscar estava puto, furioso com a loirinha. A ruiva parecia que queria ficar, mas acabou cedendo às insistências da amiga. Ainda assim combinamos de nos encontrar no dia seguinte, numa praia de nudismo que tinha não mito longe de casa – incrível, mas elas é que sugeriram. Tratava-se de uma série de prainhas bem isoladas, com trilha que ia pelos morros, onde a turma não somente andava pelada, mas também fodia quando dava a oportunidade. Nós nem acreditamos que elas toparam. Voltamos pra casa caminhando, e durante todo o caminho ficamos falando de como iríamos comer as duas, as posições, etc.

Comentei pro Oscar que eu estava de pau duro, louco de vontade de bater uma punheta. Ele disse que também estava, mas que queria guardar a porra pras meninas no dia seguinte. Achei que era uma boa idéia. Em casa, o Oscar estava tomando um banho antes de dormir e me pediu uma toalha ao sair do chuveiro. Quando fui entregá-la, até assustei ao ver uma enorme linguiça calabresa, daquelas de rodeio, dependurada entre as suas pernas. Era um salame como eu nunca tinha visto, passava da metade do seu fêmur.
- Pô Argentino, batendo punheta no chuveiro, já? – perguntei assim pra quebrar aquela estranha sensação de admiração que tinha tomado conta de mim.
– Não cara, eu tô só bombeando aqui pra fabricar mais porra. - ele respondeu.
Eu já tava pronto pra tirar o meu shorts pra entrar no banho, mas até fiquei meio sem jeito, pois aquele caralho era intimidante. Disfarcei, pulei para o chuveiro já com o pau duríssimo e bati muita punheta, bombeei bastante mas segurei sempre em tempo, evitando gozar. Saí do banheiro com o pau bamba, meio duro meio mole, e o Oscar também tirou um barato da minha punheta. Ele continuava se acariciando por baixo dos lençóis. Demoramos muito pra dormir, falando de sacanagem, fantasias, punhetas. O Oscar tava no beliche encima, e a cama até sacudia cada vez que ele atacava o pau com uma bronha. Meu pau ficou até doendo, de tanta vontade de gozar. Eu só esperava que não esporreasse enquanto dormia, se de repente me viesse um daqueles sonhos eróticos que faziam a gente molhar a cama.


Sobrevivemos à noite e acordamos bem cedo, loucos pra ir pra praia. Depois de um belo café, arrumamos uma mochila com toalhas, caminhamos com vigor e lá estávamos, 15 minutos mais cedo, no ponto de encontro: a entrada da trilha pras praias de nudismo. Esperamos mais de uma hora. Vimos chegar um casal de velhos, um outro cara sozinho, outros dois caras, mas nada das duas meninas. Estávamos putos da vida. Elas nos tinham dado um tremendo balão. Quando já passava das dez e meia decidimos entrar na praia mesmo e foda-se as meninas. Se elas chegassem e estivessem a fim, elas nos encontrariam lá, pois nao ficaríamos muito distantes do final da trilha na praia. Chegamos e naquele trecho não tinha ninguém mesmo. Tiramos o shorts e ficamos alí os dois peladões, meio sem ter o que fazer, e nos sentamos na areia para um solzinho. Ao ver aquela cobra enorme dependurada entre as pernas do Oscar, por mais que eu não quisesse, meu pau começou a subir. Oscar logo notou e já tirou um barato.
- Pô, Gabriel, voce já fica de pau duro quando vê homem pelado, mas agora eu também vou acabar ficando.


Resolvemos então ir pra água, pra ver se a coisa esfriava e encolhia um pouco. Reparei que a linguiça do Oscar parecia mais cheia e pesada naquele caminho para o mar. De costas, dava pra ver o pau dele balançando entre as pernas. Na água então a coisa piorou. Em vez de sossegar, a correnteza levava o pau pra lá e pra cá, e acabamos ficando com o pau bem duro. Nadamos cada um para lados opostos, pra fazer bastante exercício, e ver se perdíamos aquele tesão, pois tínhamos medo que aparecesse alguém por ali e nos visse daquele jeito. Oscar voltou pra areia sozinho, e quando finalmente o meu pau sossegou, juntei-me a ele. Ficamos alí no sol, falando de sexo, e logo passou um casal, peladinhos, pela nossa frente. A mulher, uma loirona, era deliciosa, completamente nua, ao lado do seu marido ou namorado. O cara com o pinto bem encolhidinho.
- Aí Argentino, abre bem essas pernas e deixa a loirona ver o potencial dessa benga toda – sugeri. Ele realmente o fez, mas a loira nem olhou pra gente quando passou. Foram até o final da praia e voltaram, e na volta, nem uma olhadinha.


- Gostosa! – concordamos – como é que esse cara não tá com o pau durão só de andar com ela? – perguntei.
- Provavelmente porque o pau dele deve estar esfolado de tanto foder ela – respondeu o Oscar.
Ficar vendo aquela bunda linda se afastando da gente e imaginar uma foda com ela deixou os nossos paus em estado de alerta novamente. Assim que o casal sumiu nas pedras, decidimos ir até a outra praia ao lado, pra ver se tinha mais gente ou ver como o casal estava aproveitando a praia. Levantamo-nos os dois, e o pau do Oscar, não completamente ereto, ficava balançando pros lados, uma coisa enorme.
- Argentino, eu acho que esse pau deve ser tão grande que nem consegue endurecer direito – eu disse.
- Ah, vai tomar no cú – respondeu ele – na hora que você vir esse meu pau tinindo de duro, você vai ver o que é um caralho de verdade. Vai ficar louco pra cair de bôca nele.
Mandei ele ir pra merda, mas assim mesmo senti um pouco de excitação ao ouvir aquele comentário.
E não é que ao atravessarmos as pedras, quase demos de cara com o casal, deitadinhos ali na areia, bem no rasinho da água, a moça deitada em baixo e o cara por cima. Não dava pra ver se estava de pau dentro, mas tudo indicava. Eles se beijavam, ela acariciava as suas costas, as pernas um pouco afastadas pra ele deitar por cima, e às vezes o cara empurrava a sua pélvis pra frente, como se estivesse dando uma xuxada.


Ficamos assistindo aquilo por trás de uma pedra, não muito longe, e foi o maior tesão. O Oscar me cutucou e mostrou-me o seu pau como estava. Meus amigos, aquilo era uma puta de uma ereção FENOMENAL. Seu pau duríssimo brilhava no sol, uma tora de carne e veias, grossa e longa, bem reta e com a cabeça redonda, mais avermelhada, inchada e olhando pra mim.
- Tá vendo, Gabriel? Disse que não ficava duro. – disse ele – olha só essa beleza!
- Tudo bem, Argentino, agora eu acredito.
Nisso meu pau já tava duríssimo também. Depois de ver aquilo, não havia mortal que resistisse.
Como o casal continuava ali, na foda mais lenta do mundo, e nós dois com o pau duro assando ao sol, Oscar sugeriu que fôssemos de volta pra água. Voltamos pro mar. Oscar andando com aquele negócio enorme na horizontal parecia até que irira perder o equilíbrio. Ficamos os dois ali conversando, com a água na altura do peito, de pau duríssimo.

Não dava pra ver por dentro da água, mas dava pra perceber que ele estava brincando com o seu torpedo. Combinamos que iríamos bater uma punheta em casa, com tranquilidade e privacidade. Ao sairmos da água, eu com meu pau apontado pra cima, o Oscar com o dele bem pra frente, balançando para os lados igual a um tamanduá procurando formigas, demos de cara com dois homens que chegavam pelas pedras no final da praia, as mesmas onde estava o casal. E não dava pra disfarçar. Os dois deram de cara nós dois ali de pau duro, e até pararam e viraram pra trás pra assistir o Oscar atravessar a areia toda com aquele canhão apontado pra frente. Ao sentarmos em nossa toalha, eu já totalmente brochado, brinquei com o Oscar, dizendo que os carinhas gamaram na pica dele. Ficamos vendo os dois irem até o final da praia e voltarem. Quando estavam quase sumindo nas pedras, deram meia volta e vieram em nossa direção. Eu gelei, pois me dei conta que realmente eram viadinhos. Oscar disse pra eu não entrar em pânico, pois ninguém ali iria nos agarrar. Mas só me faltava essa: eu pelado na praia, sem mulher nenhuma, e sim com mais três homens, também pelados, dois deles completos desconhecidos e provavelmente viados.

Os caras chegaram, se apresentaram, e começaram a puxar papo. Um deles se sentou, e perguntou quem éramos, etc etc. Ele devia ter uns vinte a trinta anos, tinha uma barba rala, era bem moreno, com corpo peludo, atlético e bastante simpático. O outro que ficou em pé era bem mais novo, talvez não muito mais velho que nós dois. Quieto, era bem alto, magro, loiríssimo, cara de anjinho, pra falar a verdade, era um puta de um cara bonitão. Ficava direto nos olhando e nos medindo, com a mão em seu pau, que estava meio brochado, e que parecia não ser muito grande. Um tufo de pelos amarelinhos adornava o tronco de sua pica bicudinha, que parecia uma tromba cor de rosa. A situação era pra lá de constrangedora. Eu tentava me sentar de uma maneira que meu pau se escondesse um pouco. Já o Oscar, naturalmente nem ligava. Expunha a sua jeba sem problema nenhum. O moreno nos perguntou onde costumávamos ir, etc, e o Oscar é que levou toda a conversa adiante. O cara sugeriu um lugar, uma boate ou bar, pra gente se encontrar à noite. Eu não conhecia o lugar, mas sabia onde era a rua, pois ficava no centro. Oscar perguntou se dava pra arrumar meninas lá.
- Meninas? – perguntou o moreno – não sei, acho que sim – sorriu - O que posso garantir é que vocês não vão se arrepender.
Tava ali a prova da viadagem dos dois. E pra piorar as coisas, o Oscar começou a contar a história das duas meninas do dia anterior e como ficamos excitados, a punheta à noite, o casal nas pedras e tudo mais. Resultado: o pau da rapazeada começou a crescer. O pau do moreno foi subindo aos soquinhos. Era bem grosso, mas não parecia ser muito grande. A tromba do loirinho foi crescendo, crescendo, e ele já não tirava mais o olho do pau do Oscar. Este sim era o centro das atenções. Aquele cacete estava inchado, e foi esticando pra frente,entre as suas pernas. Como os Oscar estava deitado, apoiado nos cotovelos, a um certo momento aquela cobra esticada deu uma revirada, girando pelo lado do seu corpo, a cento e oitenta graus, indo descansar, enorme, em sua barriga, com a cabeçona repuxada ultrapassando o umbigo. No momento em que aconteceu aquele voleio, os dois rapazes quase deram um pulo, e o loirinho deu uma agarrada no prórpio pau. O meu pau, quando eu percebi, estava já apontado para o céu. E o Oscar nem perdeu o rebolado. Apontou pro meu pau duro e disse:
- Olhem só esse aí, não consegue ver um homem pelado sem ficar de pau duro.
- Como se fosse só eu – protestei, e mandei ele tomar no cú.


Mas o moreno riu e falou apontando para o cacetão do Oscar:
- Também não é todo dia que aparece um bichão desses aí por aqui.
Oscar segurou o seu rojão e chacoalhou-o, como se fosse um cacetete, comentando que estava esperando pra chegar em casa pra bater aquela punheta, com toda a tranquilidade do mundo.
O loirinho bonitão segurava o próprio pau, agora já durão, envergado para cima, talvez do tamanho do meu (que hoje tem uns 16 cms – devia ser o mesmo quando eu tinha meus 17 anos). O moreno mudou de posição e deu pra ver que o seu pau estava também em ponto de bala, não mais longo que o meu, mas grosso igual ao do Oscar, com a cabeçona pra fora, um belo de um torpedo. O clima era de tesão geral.
O moreno sugeriu que nós fossemos até as rochas no final da praia, onde a gente poderia ficar mais à vontade. Eu gelei e fiquei sem saber o que falar. Foi somente o Oscar que disse que não, que nós realmente não estávamos a fim, mesmo depois da insistência deles. O moreno já tava em pé, com o seu pau na horizontal, a cabeçona roxa pra fora e chamou o loirinho então pra acompanhá-lo até as rochas. Esse concordou na hora, e pra não ficar pra trás, puxou a pelinha e deixou a gente ver aquela cabeça brilhante, rosinha, na ponta do seu pau envergado. Os dois se despediram, insistiram que nós fossemos no tal bar à noite, e foram para as rochas.


Eu e o Oscar ficamos olhando os dois sumirem e nos indagando se iriam bater uma punheta ou foder, quem comia quem, se um fazia chupetinha pro outro, etc. Decidimos voltar pra casa, pois já passava do meio dia. Pusemos os nossos shorts e, no caminho de volta, compramos uma revista Playboy. Fomos folheando no caminho, muita mulher gostosa, bundinhas deliciosas, matéria pra muita punheta. Chegando em casa, enquanto eu tirava as coisas da geladeira pra fazer uns sanduíches, Oscar fechou as cortinas da sala pra ver a revista com mais calma. Ele sumiu para os quartos e logo depois voltou. Quando eu vejo, ele está sentado no sofá folheando a revista, totalmente nu, com as pernas bem abertas e polindo aquele enorme caralho, que parece duro como uma pedra, apontado para o teto.
- Ôpa, peraí, Argentino. Eu também quero bater punheta - eu disse, e tirei logo a roupa e sentei-me ao seu lado com o pauzão tinindo de duro.


A revista ficou entre nós dois, aberta na página melhor, cada um alisando a própria pica. O Oscar tinha trazido um creme hidratante no banheiro. Nossos mastros estavam brilhando, oleosos, majestosos. Decidimos ver quem aguentava mais sem gozar. Oscar ainda levantou-se pra puxar uma mesinha de centro com tampo de vidro para mais perto do sofá e tirou todos os enfeites. Aquilo era pra gente esporrear em cima, e ver quem gozava mais. Oscar parecia adorar exibir o calibre daquele canhão. Olhava o tempo todo pra mim e pro seu pau, pra checar se eu estava assistindo. Ele massageava o seu sacão com uma mão, e com a outra subia e descia lentamente, num caralho que tranquilamente devia ter mais de 20 centímetros. Era realmente uma operação de se fazer com as duas mãos. O pior de tudo é que não somente eu estava olhando quase só pro pau do Oscar e nada pra revista, mas eu tava com tanto tesão que mal conseguia pôr a mão ao redor do meu próprio, com receio de gozar antes. Logo, logo o Oscar começou a acelerar a punheta e gritou pra mim:
- Olha bem agora, eu vou gozar, OLHA PRO MEU PAU, EU VOU GOZAR!
Ele deu um gemido, seu corpo tremeu, se aproximou mais da mesinha, mas nada. Parou a punheta, continuou segurando o pau bem firme, aquele salame parecendo que iria explodir, gemendo de tesão. Eu já tinha retomado a minha punheta frenéticamente, quando vi finalmente, um inacreditável jato de esperma espirrando pra longe do pau do Oscar, seguido por uma interminável sequência de jatos que estavam pintando o tampo da mesa de branco. Aquilo era tão assustador e tesudo que o meu gozo chegou bem nessa hora também. Dei uma ejaculada como jamais havia visto antes, e continuei esporreando com violência. Era porra que não acabava mais. Ficamos os dois ali ofegando, enquanto nossos pintos cuspiam esperma pela mesa.


- Cara, quanta porra – exclamei, suado, ainda com muito tesão, espremendo os últimos pingos de porra pra fora do meu pau, enquanto o Oscar desabava exausto no sofá. Seu pau, ainda duro e pulsante, estava descansando pesado sobre a barriga, com um grumo de porra branca ainda saindo lentamente da ponta da glande.
Realmente, no que pudemos medir pelas poças esbranquiçadas no tampo da mesa, esporreamos uma quantidade bem parecida. O Oscar com um pouco mais, pois seu primeiro jato tinha ultrapassado a mesa e melado o carpete. Não somente ele ganhava de longe em tamanho de pau, mas em volume de porra e em força da gozada. Eu somente ganhei em poder aguentar mais tempo sem gozar. Gastamos um bocado de papel higiênico pra limpar toda aquela porra.
Almoçamos uns sanduíches e demos uma cochilada de sábado à tarde. Eu acabei não dormindo bem. Aquelas imagens do pau duro do Oscar, da punheta, da ejaculada, acabaram me deixando com tesão. Fui pro banheiro e bati mais uma punheta na pia. Depois disso eu dormi, e fui acordado pelo Oscar pra gente sair e fazer um jogging pela praia. Fomos, andamos muito, conversamos sobre o nosso dia fracassado, e eu deixei escapar que gostei de bater punheta junto. Oscar não disse nada, mas achei que ele tinha concordado. Voltamos suados e descemos para a sala de ginástica dos meus pais. Ficamos um bom tempo fazendo musculação, sempre falando de sacanagem. Trouxemos a revista de mulher pelada, e volta e meia ficávamos folheando-a, quase sempre acariciando o volume em nossos shorts. Eu estava louco de vontade de bater uma punheta junto mais uma vez, e, depois de muito hesitar, tirei o pau duro pra fora do shorts e acabei sugerindo.


- E aí Argentino, dá uma olhada como a coisa tá dura. Vamos bater mais uma punheta juntos?
Oscar sorriu maliciosamente e pediu então pra eu ir buscar o creme. Quando voltei, ele estava sentado numa banqueta longa de exercícios, seguranto a base do seu enorme pau, duríssimo, brilhando orgulhoso e apontado para o teto.
- Senta aqui de frente pra mim – ele sugeriu.
- Como assim? – perguntei meio ressabiado.
- Vem aqui que eu te mostro. Isso, assim, de frente pra mim, mais perto... – estávamos os dois sentados em volta da banqueta, pernas abertas e pau duro pra fora do shorts, nossas ereções a poucos centímetros uma da ourtra. Foi nessa hora que ele disse:
- Agora você vai bater uma punheta bem gostosa pra mim.
Puta que o pariu! Ao mesmo tempo que aquilo me chocou, que eu fiquei puto com o atrevimento, eu também senti um tesão de estremecer.


- Ah, vai tomar no cu, Argentino – exclamei me afastando pra trás – tá pensando que eu sou viado?
- Não, Gabriel, não tem nada disso. Nada de viado – disse ele sem perder o sorriso malicioso – é que agora nós vamos ver quem é que bate a punheta mais gostosa. Eu bato pra você e você bate pra mim.
Protestei, mas ao mesmo tempo continuei sentado ali. Ignorando o que eu falava, Oscar tirou o vidro de creme da minha mão, chegou pertinho de mim e espremeu bastante creme sobre o meu pau duro. Sem conseguir reagir, somente vi como ele segurou meu pau e deu uma senhora lambuzada de creme, puxando bem a pele pra cima e pra baixo da glande, quase me fazendo desmaiar de tesão.
- E aí, não tá gostoso? – ele me perguntou, com um sorriso sacana – agora pega no meu pau, pega...
Eu não aguentei e segurei no seu pau. Foi um choque sentir aquela coisa dura, grossíssima, enorme, pulsando na minha mão. Ele parou de me punhetar e falou:
- Isso, agora passa um creminho e bate uma punheta. Uma punhetona bem gostosa, bate.
Eu nem prestei atenção. Estava ainda apreciando, agora com duas mãos, toda a envergadura daquele foguete. A grossura, as veias, a cabeçona, parecendo um cogumelo. O peso daquele bicho. A temperatura queimando. A pulsação! Minhas duas mãos naquele torpedo não cobriam tudo. Ficava toda a cabeça e uma boa parte do tronco pra fora. Meus dedos praticamente não se tocavam do outro lado.


Ataquei com o creme e comecei a bater, bem apertado, com aquele salame duro escorregando deliciosamente entre as minhas mãos.
- AAAAIHHHHH; QUE PUNHETA MAIS GOSTOSA!!! - gemeu ele, caindo para trás – Isso... assim... que delícia... passa mais creme... isso... no saco!
Puxei seu saco com cuidado pra fora do shorts. Ele me ajudou, e resolveu tirar todo o shorts. Eu também tirei o meu. Voltou para a posição que estava e eu comecei a massagear aquele sacão com creme, enquantro a outra mão subia e descia sobre aquele impressionante mastro, agora parecendo maior ainda.


Aquela posiçao que ele estava me permitia um acesso total à sua ferramenta, mas ele já tinha se desligado do meu pau. Era eu que batia também uma punheta pra mim, meu pau quase estourando de tão duro. Era uma verdadeira orquestra que eu tocava. Uma mão minha se revesava entre o meu instrumento e o dele, mas a outra mão estava inteiramente dedicada a polir aquele trabuco. E que polimento. Cada escorregada da minha mão revelava um mastro lindo de músculos, também no ponto de estourar de tesão, enquanto arrancava suspiros e gemidos de prazer do Oscar.
- Isso, seu filho da puta – ele continuava a sussurrar - segura com força esse pau grande na sua mão e continua essa punhetinha que eu já vou gozar já já...isso, aí...mais... nunca pára, não pára nunca que eu vou gozar...não pára... olha bem pro meu pau que eu vou gozar...OLHA! EU VOU GOZAR!
Nessa hora eu estava já batendo a punheta minha e dele no mesmo ritmo. Eu sentia a sua uretra a ponto de bala, grossa como um cano revólver. Eu estava pronto pra ver a porra saindo, e senti o tiro antes de ver a bala. Como eu batia a punheta bem na vertical, vi aquela esquichada de porra bem pra cima chegar perto do meu rosto pra depois cair de volta na minha mão que o masturbava frenéticamente. O Oscar gritava e eu começava a sentir o meu próprio orgasmo chegando. Mais porra começou a espirrar da sua glande, mas principalmente uns grumos mais espêssos e pegajosos que escorriam para a minha mão. Nesse tesão eu mal percebi que comecei a gozar em cima dele, no pau, na barriga, nas coxas dele. Foi uma sensação maravilhosa, talvez a melhor punheta que eu já batera até então.


Depois de nós dois pararmos de bufar e respirar um pouco, com mais calma, aos poucos o pau dele foi ficando mais pesado e menos duro. Estava ainda uma linguiça enorme nas minhas mãos, Eu continuava acariciando, e o meu pau já começava a baixar também.
- Você gozou em mim, Gabriel? – perguntou ele.
- Gozei, um pouco.
- Um pouco, seu filho da puta? Você gozou bastante né? Gostou de bater punheta no meu pau, né.
- Filho da puta é você que parou de bater pra mim.
- É mas eu acho que a minha punheta nem chega aos pés da sua.
- Isso nós vamos ver - disse eu finalmente largando o seu pau. O bicho até fez um barulho quando caiu sobre a sua barriga.
Ele se levantou com cuidado pra porra não escorrer, esfregou o seu shorts no corpo e correu para o chuveiro. Com a calabreza balançando pesadamente.
Eu limpei o banco, o chão, deixei as coisas em ordem e pus o shorts de volta e fui me juntar a ele no quarto. Ele já tinha saído do banheiro, enxugando-se, com o pinto bem encolhidinho.
- Olha só Argentino – apontei - que pauzinho de nada, que que é isso? Parece que tá menor que o meu!
- È, mas dá uma pegadinha nele que ele já já fica do tamanho que você gosta. – respondeu ele abrindo a toalha sobre a minha cama e sentando-se nela.


Eu por um momento quase fui pegar pra ver se crescia na minha mão, mas acabei desistindo. Sentei- me ao seu lado e ficamos combinando o que iríamos fazer à noite. Claro que iríamos procurar as meninas que nos tinham dado o balão. Mas e se nós não achássemos? Iríamos então para o lugar que os viadinhos nos tinham sugerido? Voltamos então a especular se os viadinhos só batiam punheta um pro outro – igual a nós – ou se faziam troca troca mesmo, se comiam o cu, se chupavam pau... O Oscar disse que comeria a bunda do loirinho sem problema. E que se o loirinho chupasse o pau dele, ele até bateria uma punhetinha naquele pau curvo, parecendo uma banana com uma cereja na ponta. Eu fiquei um pouco chocado com o comentário, mas admiti pra mim mesmo que eu no fundo pensava o mesmo.
-E aposto, - continuou o Oscar – que você tava louco pra sentir aquele pau grosso do moreno, na sua mão, né?


Ele não se cansava destes comentários. Eu desisti de mandar ele tomar no cu e emendei:
-Mas pra quê, se eu posso ter um pau tão grosso e mais comprido na mão? – apontando pro pau dele que tinha desencolhido um pouco, parecendo um pouco maior.
- Xiii, o bichinho aqui ainda tá calmo - disse ele examinando o próprio pau, esticando-o pra cima e pra baixo – acho que você precisa dar uma pegadinha pra ele crescer.
Eu disse que não, que a próxima vez seria ele que iria bater punheta pra mim. Ele disse que concordava, mas pra bater uma pra mim ele precisava ficar com tesão, e uma pegadinha no pau dele traria o tesão de volta.
Eu disse que pra mim era a mesma coisa, que então nada feito.
Mas ele insistia:
- Não, não tem nada não. Vem aqui olha só. Dá uma seguradinha aqui no meu pau, bem de leve que você vai ver esse pau crescer na sua mão e virar um ferro.
Quando eu mal percebi eu já estava segurando aquele pau mole nos meus dedos. Estava limpinho, lavadinho, mas eu pude sentir as pulsações que o estavam enchendo de sangue, o aumento da temperatura. O aumento do peso.


- Isso, assim mesmo – instruia o Oscar – segura de leve com os dedos, olha bem pra ele que ele vai ficar daquele tamanho que você gosta. Isso, passa os dedos na cabecinha...assim!
Em menos de um minuto passou de pau mole para calabreza de rodeio, e essa começou a se levantar, levantar, até se tornar um bruta dum caralho duro, pelando de quente, grosso, pulsante, brilhando na luz do quarto. Cadu sibilava entre os dentes e ficava me provocando:
- Gosta de bater punheta num pau grande, não gosta, hem? Tá com tesão em pegar no meu pau?
Larguei o seu pau e tirei o meu shorts, exibindo a minha banana duríssima pra ele:
- Tô, e agora é você que vai bater uma punheta bem gostosa pra mim.
Oscar me olhou desconfiado e disse que não, que meu pau ainda estava sujo da outra punheta que tínhamos batido na sala de ginástica. Corri então para o chuveiro pra me lavar. Achei que o filho da puta iria desistir de bater pra mim, mas enquanto eu ensaboava minha vara, Oscar entrou no chuveiro com aquele mastro totalmente duro e começamos a ensaboar o pau um do outro. Ficamos ali em silêncio. Uma punheta mútua, bem lenta. Coisinha mais deliciosa ter o pau ensaboado por outro e ao mesmo tempo ensaboar um outro pau duro, enorme, um cacete campeão daqueles. Quando menos percebi estávamos não somente nos ensaboado os paus, mas também as coxas, a barriga, as pernas, a bunda. Um tesão insuportável e preocupante.


- Acho melhor parar – sugeri – vamos Argentino, bate aqui uma punheta bem gostosa, mas com força, que eu quero gozar bem gostoso.
- Tudo bem, - assentiu ele – mas pra bater assim com força eu vou ficar atrás de você. Eu te abraço por trás e bato a punheta pra você nessa posição, como se fosse você, mas uma outra mão.
- Cê tá brincando comigo, Argentino? Quer me comer a bunda, é? NEM FODENDO!
- Não, Gabriel, nada disso, eu só vou ficar encoxando você, pra dar um tesão pra mim também.
Depois de muita discussão, muita punheta um pro outro e muita encoxada, eu me vi sendo agarrado por trás pelo Oscar, que não somente batia uma punheta feroz no meu pau, mas deslizava o seu imenso caralho duro entre as minhas coxas, pra frente e pra trás. A água estava desligada, e estávamos os dois com os corpos esaboados e deliciosamente deslisantes. Aquilo foi me dando um tesão tão fantástico, aquela punheta sendo batida por uma outra mão, aqueles corpos se esfregando, aquele pau batendo por baixo do meu saco, que em pouquíssimo tempo eu comecei a dar a chamada para um gozo.
- Vai Argentino, continua batendo, continua sem parar que eu já vou gozar!
Ele me apertou mais, por trás e no pau, e também grunhiu:
- Isso, goza, e arrebita bem essa bundinha que eu também tou gozando.


Eu me apoiei na parede pra não desmoronar, enquanto aquele furacão de sensações se apoderava de mim. Senti-me sexy, ejaculando fortemente e arrebitando a bunda enquanto eu aguentava as bombeadas do Oscar, bufando e gozando por entre as minhas coxas. Quando terminados, ligamos o chuveiro e não nos tocamos mais. O silêncio foi um bocado incômodo. E o trabalho pra tirar aquela porra do Argentino entre as minhas coxas também. Apesar do bode, eu ainda me maravilhava com aquela enorme pica do meu amigo. Ainda tinha vontade de pegar nela e sabe-se mais o quê.
Saímos para a noite, mas acabou sendo um fracasso. Encontrei umas amigas, apresentei o Oscar, mas elas estavam pelo jeito numa outra. Bebemos muita cerveja. Acabamos nos despendindo delas e depois, mais por preguiça, decidimos não ir até o lugar onde os carinhas da praia tinham nos indicado. Voltamos pra casa meio cambaleando, falando de sexo e tudo mais. Ao passarmos por uma estrada sem calçada, muito mal iluminada, o Oscar tirou seu enorme pau pra fora meio duro e meio mole, e disse que ia mijar. Mijou um pouquinho e depois ficou por ali, na moita. Eu acabei me juntando a ele, mijei, e quando olhei para o lado vi através da escuridão uma coisa brilhando nas suas mãos. Seu canhão estava e estado de alerta laranja, quase pronto para a guerra.
- Dá só uma pegadinha...-sussurrou ele.


Não vinha carro nenhum. Olhei para os lados, verifiquei que não tinha ninguém, e segurei aquele enorme pau, quentinho e pedindo pra ser acariciado. Senti a rigidez no estágio final, e meu pau endurecendo rápidamente. E ouvi um carro.
Pulei pra fora dali, o carro passou, e logo veio o Oscar, tentando arrumar o pau no shorts e falando numa punheta na hora que chegássemos em casa.
Demorou pra chegarmos, de madrugada, e em poucos minutos o Oscar tnha se encostado no sofá e dormia profundamente.
Fui pra minha cama, lavei-me e caí no sono imediatamente.
No meio da noite, fui acordado pelo Oscar. A luz do banheiro estava acesa, e o bicho estava em pé na minha frente, completamente nú, com o pau duríssimo brilhando, pedindo pra que eu desse um trato nele.
- Vem aqui, olha só essa beleza dura aqui, só pra você. Vem, bate uma punheta, bate.


Ainda tentando acordar melhor, sentei-me na cama e encarei aquela enorme ameixa rosada na ponta do torpedo, apontado pra minha cara. Meio automaticamente pequei naquele cacete e comecei uma punheta de leve. Aquela coisa de quando uma mão segura um pau, já sabendo o que fazer. E àquelas alturas eu já sabia como lidar com aquele caralho com tanta experiência como os meus 17 anos lidando com o meu, de muito mais modesto calibre.
Oscar apoiava-se com as mãos no beliche de cima e sua pélvis ia calmamente pra frente e pra trás, acompanhando o rítimo da minha punheta. Ele estava literalmente fodendo a minha mão. Meu tesão veio com tudo. Tirei o meu shorts e comecei a bater pra mim também. Às vezes eu passava as duas mãos para o caralho dele, as vezes uma nele uma em mim. O bicho gemia e começou a pedir pra eu colocar o pau dele na boca.
- Vai, ele tá limpinho, pode dar uma chupadinha...


Fiquei quieto e continuei a bater. Oscar chegava com o seu imenso pau bem perto da minha cara – teria encostado seu eu não afastasse o rosto, e insistia pra eu dar só uma chupadinha, um beijinho na chapeleta. Confesso que senti uma puta vontade de dar uma lambida por baixo daquela glande enorme e vermelha e saboreá-la toda molhadinha em meus lábios. Enfiar o quanto eu pudesse na boca. Tive muita vontade de chupar aquele caralho, mas naquela época, eu nunca tinha tido experiência nenhuma deste tipo. Pra mim era pura viadagem, algo que eu jamais pudesse admitir fazer.
Anos depois eu passei por uma experiência homossexual, aliás duas, mas nenhuma delas me deu tanta satisfação quanto essa punheta bem batida num pau bem grande. Hoje eu me arrependo de não ter enfiado aquele pintão duro na minha boca e chupado bem até ele gozar, e engolir aquela porra farta, novinha, de um cara de 17 anos.
Bem, eu não chupei, mas a punheta que soquei com força fez o cara bambear as pernas e começar a gemer. Acelerei a minha mão e apontei o seu pau um pouco pra baixo – pois senão iria sobrar porra pra minha cara. Aquela alavanca era dura, mas pesada, e consegui fazer com que o jato da esporreada fosse pro meu peito, barriga, e depois diretamente no meu pau. Com a outra mão, passei pelo meu corpo colhendo aquele esperma quentinho e passei no meu pau, levando-me a um orgasmo explosivo, com meu pau bem melado com a porra de nós dois, enquanto o Oscar já dava as sua últimas contraídas na sua calabresa.


- Cara, você devia ter chupado - ele me disse lá do banheiro, enquanto se lavava – eu sei que você iria gostar...
Voltamos a dormir, completamente acabados. Acordei de manhã chegando a pensar que aquela punheta na cama tinha sido um sonho. Mas o cheiro de porra era muito forte pra negar. Meus pais chegariam ali naquele domingo. Abri bem as janelas e pus os lençóis no sol. Tomamos o café e arrumamos tudo para a chegada dos meus pais. Fomos para a praia, falamos das nossas punhetas no dia anterior. O Oscar tinha gozado quatro vezes, e eu cinco! Combinamos que jamais iríamos falar daquilo para alguém, qualquer que fosse a pessoa.
Ao voltar para a casa, meus pais já tinham chegado e se arrumavam pra pegar uma praia também. Ficamos eu e o Oscar pra comer um sanduiche. Meus pais voltaram não muito mais tarde, para a minha decepção.


Ao se preparar para ir embora, no final da tarde, Oscar foi tomar um banho. Como o banheiro meu dava direto pro meu quarto, acabei arranjando uma desculpa pra sumir e ir pro quarto também. Entrei e dei de cara com a porta aberta do banheiro. O Oscar pelado, cortando as unhas do pé, com um pé apoiado sobre a pia. Eu via simplesmente não somente a sua bunda, mas o seu saco e aquela linguiça toda caída para a sua frente. Aquilo era irresistível. Tranquei a porta discretamente, tirei a roupa e, com o pau crescendo em ritmo alucinado, aproximei-me por trás do Argentino e enfiei a mão por baixo da sua bunda e acariciei o seu enorme saco. Ele somente largou a tesourinha, arrebitou um pouco a bunda pra que eu alcançasse melhor o seu caralho. Fui tateando delicadamente pelo saco até chegar à base daquele tronco. O bichão estava já engordando, enchendo-se de sangue. Crescia diante dos meus olhos, entre os meus dedos. Depois de ter espichado até a metade do seu fêmur, o pau começou a se forçar para a frente, a ficar duro, ereto. Daí já estava muito difícil pra mim. Tirei a mão por dentre as suas pernas, abracei-o por trás, agarrei o seu torpedo já durão e finquei-lhe a minha pica entre as pernas e a bunda. Começamos a nos esfregar com muito tesão, eu passando o meu pau entre as suas pernas, e o pau dele punhetado pelas minhas mãos. Paramos um pouco para nos molharmos um pouco, passar um condicionador de cabelo no pau, nas mãos e nas coxas, ligarmos o chuveiro (pra disfarçar o barulho) e voltar praquele sarro melado, tesudíssimo. Cara, foi uma das sensações mais fantásticas que já senti. Meu pau bombeando por baixo da bunda do Oscar, e minhas mãos punhetando o pau mais duro, quente, enorme e lindo que já tive o prazer de conhecer. Eu pouquíssimo tempo o Oscar estava gemendo que iria gozar, iria gozar, mas estava segurando, segurando a gozada. E eu também, gozando gostoso entre as suas coxas, segurando aquele pau com for;ca, bem firme, até sentir a sua uretra finalmente abrindo caminho entre as minhas mãos, como um trem que passasse ali por dentro. Gozamos gostoso, suando, meus dentes quase abrindo a pele do ombro do Argentino. Quando saí de trás dele vi que seu pau tinha dado um tiro de porra no espelho. Lavamo-nos rapidamente, arrumamos tudo, limpamos a pia, o espelho e o chão do banheiro.
Ao final do dia o Oscar voltou para a sua cidade.


Depois disso, voltamos a nos encontrar no meu aniversário, alguns meses mais tarde. Eu então já tinha perdido a minha virgindade e tinha uma namorada. Oscar veio para a festa e também deu uma trepada pela primeira vez. Mas essa é uma história que eu conto depois.
Quero somente terminar relatando o fato dele ter me procurado quando passava pela minha cidade muitos anos depois, já formado. Levei a minha mulher e jantamos juntos. O Argentino acabou ficando um homem muito bonito. Cresceu, mais forte, e passou a noite toda despindo e comendo a minha mulher com os seus olhos. Eu e ela estávamos bem numa época em que tínhamos começado a fantasiar com troca de casais. Depois de nos despedirmos ela me disse como tinha ficado atraída pelo cara e que percebera que ele estava devorando ela com seu olhar. Naquela noite, enquanto trepávamos, contei-lhe então que tínhamos batido punheta juntos quando adolescentes, e que o Oscar era um “cavalo”. Ela ficou maluquinha.

Fantasiamos até hoje situações onde o Oscar come a minha mulher de todas as maneiras. Chegamos a ter duas experiências de troca de casais, mas por diversos motivos, não foram muito boas. Foi somente no ano passado que voltei a achar o contato do Oscar. Ele mora fora e estamos nos correspondendo por email. Quem sabe, na próxima vez que ele passar por aqui a coisa vai muito mais além de um jantar...

Foto 1 do Conto erotico: A MELHOR TREPADA

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Ficha do conto

Foto Perfil reimann
reimann

Nome do conto:
A MELHOR TREPADA

Codigo do conto:
15841

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
24/02/2012

Quant.de Votos:
1

Quant.de Fotos:
5


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