Uma Carona Animada

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Nesta páscoa, por diversas razões diferentes, tive que deixar esposa e filhos na minha cidade - Curitiba - para passar a Páscoa com meus pais. E nessa Páscoa acabei indo a uma festa que terminou muito, muito bem. Se tiver curiosidade, veja o a historinha "comendo maridinho e maridinha".

Dia seguinte voltei, então, a Curitiba. Como detesto viajar sozinho - ainda mais que sabia que pegaria um engarrafamento "daqueles", perguntei ao meu sobrinho se queria que desse carona a algum amigo ou amiga de Curitiba. Ele ficou todo animado, dizendo que tinha, sim, uma amiga daqui que precisava justamente de uma carona.

Assim, depois que almocei passei na casa da amiga para pegá-la, e me deparei com uma menina para lá de simpática. Beleza comum, aliás: cerca de 1,60, morena, olhos expressivos, vinte e tantos anos, pernas aparentemente lindas debaixo do jeans que vestia. Mas o forte dela era mesmo o sorriso cativante. E simpaticíssima: não demoramos mais do que uns minutos juntos para nos entrosarmos muito bem.

E animadíssima. No posto em que paramos para que eu abastecesse, pediu - e levou - uma ice de smirnoff. E ali mesmo, de pé ao lado do carro, bebericou um pouquinho matando o calor do dia. E assim começamos a nossa viagem. Com o andar dos quilômetros, ficamos bem íntimos - e ela me contou da frustração de passar a Páscoa inteira sem que o namorado se animasse a tocá-la (ambos são de lá, e ambos moram em Curitiba). "Chegou perto da mamãe, ficou broxa", falou, brincando. E aí aconteceu que brigaram em pleno domingo de Páscoa, e ela nem sabia mais como voltar para Curitiba. E eis que aparece o "tio" (eu) caído dos céus.

Brinquei que já que ninguém a tocava, eu faria isso. E pus a mão na coxa dela no ato, de brincadeira. E quando fui tirar a mão, ela colocou a mão dela por cima, dizendo para deixar ali mesmo. Hummm. Não resisti e fui alisando devagarinho. E ela não só deixando como facilitando: estava de pernas cruzadas, pois descruzou, empurrando a coxa na minha direção.

Falei que estava engarrafado, o trânsito? Pois estava. E numa dessas paradas brinquei seriamente que passar a mão no jeans não estava sendo muito gostoso. "E tu queres a minha pele?". "Isso", disse. Ela me olhou com uma cara estranha, perguntando se eu tinha certeza. "Claro", disse. "Mas será que as outras pessoas não vão estranhar". "Ah, ninguém fica reparando, né?".

Ela olhou para um lado, olhou para outro, ficou pensativa. E então me fez ficar apaixonado instantaneamente: tirou o cinto de segurança, abriu o botão e baixou as calças até os joelhos. E eu, claro, passei a mão naquela pele maravilhosa, e disse isso a ela. Que tesão de perna. Até fiquei de pau duro, coisa que ela notou instantaneamente. E passou a mão na minha coxa, me deixando mais teso ainda, se é que isso é possível.

Com um olhar malandro, disse que bem que eu poderia baixar também. Afinal, o trânsito estava parado. "E ninguém repara, né, tio". Dei uma risada e fiz o que ela pediu. Se achava que ia me constranger, caiu do cavalo. E ela adorou ver a ereção por baixo da cueca. Parecendo meio incomodada, abaixou-se e terminou de tirar o jeans. E abriu mais ainda as pernas. Nesse ponto, a conversa meio que parou. Passei os dedos entre as coxas dela, e de fato estava molhadíssima. Aliás, ela fez questão que eu sentisse como ela estava, abrindo mais ainda as pernas e expondo totalmente a calcinha com marca de umidade.

Peguei a mão dela e coloquei em cima do meu pau. Ela não se fez de rogada. Apertou meu pau por cima da cueca mesmo, quase me fazendo gozar antes do tempo. Acredite se quiser, mas foi só nesse instante que eu a beijei. E foi receptiva, a menina: me beijou com força, calor, entusiasmo. E ficamos nos beijando, ela com a mão em cima da minha cueca, e eu com a mão sobre a calcinha dela. Nos beijamos com tanta fome que esquecemos do trânsito, até que alguém buzinou e a fila começou a andar.

Não tirei a mão dela assim mesmo. Dirigia com uma mão, a outra alisando as coxas. E quando o trânsito parava, me inclinava e dava um beijo nela. E então paramos de vez em um engarrafamento monstro, waze dizendo que iríamos ficar parados pelo menos meia hora. Desliguei o carro e puxei ela para o meu colo. Ela ficou atravessada no banco da frente, e ficamos ali como dois namorados se beijando muito. E então que passei os dedos pelas costas dela, por baixo da camiseta. Com os dedos abri o sutiã. Ela se afastou um pouco e fez aquela magicazinha de tirar o sutiã sem tirar a camiseta.

Com a mão, afastei as coxas dela e puxei a calcinha para o lado. Pus um dedo dentro daquela bucetinha sumarenta, e tirei-o pingando. Passei nos lábios dela e a beijei, sentindo o gostinho dela. Ela ficou alucinada com aquilo. Puxou a cueca de lado, e ficava brincando com o pau na mão.

Quando o trânsito andou, finalmente, ela se abaixou e engoliu o pau, lambendo com um tesão que só crescia. Não deixei que ela arrancasse uma gozada, fiz com que parasse um pouco antes. Ela levantou, um pouco frustrada, mas assim mesmo me deu um beijo demorado (trânsito parado de novo). E então vimos um providencial posto de combustível.

O que acha, perguntei a ela.

Vamos, estou mesmo precisando de um café

Ou alguma coisa mais forte, pensei. Fui com o carro até o canto extremo do estacionamento, onde quase não tinha carro algum. Não, ela não ficou surpresa: ficou é entesadíssima. Mal estacionamos, afastou a minha cueca de lado, e eu peguei a a camisinha do porta luvas. Ela mesma enfiou a camisinha e sentou-se no meu colo. Grudou a boca na minha e deixou o pau escorregar para dentro dela. Me beijava e fodia, gemendo pela boca.

Quando ela estava quase gozando - e eu também, uma batida feroz no vidro do carro nos acordou. Era o guardinha do posto, furioso conosco, mandando que parássemos. Ela fez uma cara de poucos amigos, mas saiu de dentro de mim e sentou-se de mau humor. "Ainda não gozei", disse entre dentes. "Nem eu", falei. Liguei o carro e fomos xingando o guardinha. Coitado, não fez mais do que a obrigação, mas estávamos meio.. emputecidos.

Não ia aguentar até o motel mais próximo, então mal nos afastamos um pouco do posto, encostei o carro e ela veio toda feliz para cima de mim de novo. Meu pau nem teve tempo de amolecer, ainda estava com a mesma camisinha.. Arrancou a camiseta, oferecendo aquelas tetinhas deliciosas para mim, metia o pau de novo na camiseta. Um ou outro carro passava por nós e buzinava, mas quem disse que estávamos nem aí?

Ela deu uma arrancada final e gozou mordendo meus lábios, gritando dentro do carro. Depois simplesmente se deixou cair no banco do carona, com um sorriso aberto nos lábios. Estava mesmo precisando disso, ela agradeceu. Liguei o carro e prosseguimos viagem - eu ainda não tinha gozado, mas tudo bem. Havia motéis pelo caminho e queria comer aquela gostosa com mais calma.

Ela nem chegou a colocar a camiseta, só jogou por cima dos peitos. E eu aproveitei, claro. Agora que estava mais calma, fomos conversando animadamente, e eu estava curtindo - e muito - aquela ninfetinha nua em pelo ao meu lado. Nem mesmo no pedágio ela ficou avexada, bem pelo contrário. O cobrador só faltou saltar do posto quando ela mostrou a tetinha "sem querer".

Meu tipo de mulher.

A viagem, depois dos engarrafamentos que passamos, até que foi bem rápida, trânsito fluindo bem. Quando chegamos perto da cidade, nem perguntei nada a ela, simplesmente entrei no primeiro motel que vi. Ela, reclamar? Que nada. Saltou antes de mim do carro e deitou nua na cama me chamando enquanto trancava o carro.

E dessa vez, sim, consegui beijar aquela menina linda como queria. Agarrei suas coxas e a suguei até que começou a gritar de desespero. Então lambi mais um pouco, e ela não me desapontou: gozou como uma cavala na minha cara, xingando e urrando. Coloquei-a de quatro e a fodi com força, aproveitando cada milímetro daquela buceta pegando fogo. Quando sentiu que ia gozar, tirei meu pau de dentro e ofereci para que ela bebesse a minha porra. Coisa que fez alegremente, bebendo cada gota.

Um epílogo. Ela está dando um "gelo" no namorado. E ja avisou que quando tiver que ir para a minha terra ela quer uma carona de novo. Com o maior prazer eu darei, claro! Afinal, carona deliciosa assim não se acha todo dia...


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Comentários


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rosaamora Comentou em 03/04/2018

Delícia de conto.

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casadobi-sp Comentou em 02/04/2018

Conto delicioso e muito bem escrito... quase senti a xaninha dela molhadinha....rs




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Ficha do conto

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madurocuritiba

Nome do conto:
Uma Carona Animada

Codigo do conto:
115270

Categoria:
Exibicionismo

Data da Publicação:
02/04/2018

Quant.de Votos:
5

Quant.de Fotos:
0


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